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CASO CLINICO

Uma mulher de 78 anos com história de hipertensão sistolica e DPOC se apresenta com dispnéia progressiva durante os últimos 6 meses. Ela notou dispnéia ao caminhar pelo quarto e acorda no meio da noite com falta de ar e tosse. Ela aumentou o uso de seu inalador sem qualquer melhora. Ela nega febre e calafrios. Sua medicação inclui amlodipina 10mg, hidroclorotiazida 12,5mg, prednisona 5mg e salbutamol inalado. Seus hábitos sociais é notável por uma simples taça de vinho ao dia sem história prévia de tabagismo. Sua PA é 145x70mmHg e sua freqüência cardíaca 82bpm. No exame físico, ela apresenta leve distensão venosa jugular. Seus campos pulmonares estão limpos. Ela tem um ritmo cardíaco regular, um murmúrio sistólico apical de 2+/6 e não há a 3a bulha. Exames de laboratório incluem creatinina de 1,4mg/dL. Radiografia torácica mostra leve cardiomegalia com aumento da trama intersticial mas sem infiltrados. Um ECG mostra ritmo sinusal e hipertrofia ventricular esquerda. Seu teste de função pulmonar mostra um padrão misto (restritivo e obstrutivo). Um ecocardiograma mostra hipertrofia concêntrica, aumento do átrio esquerdo, FEVE igual a 65% e regurgitações mitral e tricúspide moderadas. Qual dos seguintes é a causa mais provável da dispnéia e tosse noturna deste paciente?

A. Pneumonia
B. DPOC em deterioração
C. Insuficiência cardíaca
D. Síndrome coronariana aguda
E. Fibrose pulmonar

A. Pneumonia
INCORRETO: veja a resposta da alternativa C
B. DPOC em deterioração
INCORRETO : veja a resposta da alternativa C
C. Insuficiência cardíaca
CORRETO : Este paciente apresenta-se com insuficiência cardíaca devido à disfunção diastólica. O sintoma de dispnéia ao exercício cria uma gama de diagnósticos diferenciais. A tosse noturna sugere ICC como a causa mais provável. Ela tem fatores de risco para ICC devido virtualmente a sua idade e história de hipertensão sistolica. Seu ECG mostra hipertrofia ventricular. Seu ecocardiograma mostra função sistolica normal e não é incomum não haver descrição dos parâmetros da função diastólica, que são achados consistentes com elevação das pressões de enchimento do ventrículo esquerdo. O peptídeo natriurético cerebral pode ser útil no estabelecimento do diagnóstico neste caso. Se o peptídeo natriurético cerebral for < 100pg/ml, o diagnóstico de ICC seria improvável. Neste caso seu valor esperado seria de 400 a 600pg/ml. O manejo inclui administração de diuréticos de alça, adição de IECA e betabloqueadores, descontinuação da prednisona e salbutamol, caso factível.
D. Síndrome coronariana aguda
INCORRETO : veja a resposta da alternativa C
E. Fibrose pulmonar
INCORRETO : veja a resposta da alternativa C

Gabarito: C

HIGIENE DA ALIMENTAÇÃO

Varias vezes a mastite puerperal esta confundida com o carcinoma inflamatório de mama. O essencial é fazer um diagnostico diferencial muito competente que elimina a possibilidade de tratar um carcinoma como se fosse uma infecção e do contrario – o que constitua um erro lamentável. Indiquem as semelhanças e as diferenças entre as duas patologias.

I) SEMELHANÇAS:

  • Podem acometer mulheres da mesma faixa etária (0,05 p)
  • Cursam com aumento da sensibilidade mamária, edema, calor e eritema locais (0,05 p)
  • Alterações mamográficas inespecíficas (0,05 p)
  • É comum o acometimento das cadeias axilares (0,05 p)

II) DIFERENÇAS:

MASTITE PUERPERAL

CARCINOMA INFLAMATORIO

Respeita a anatomia segmentar da mama (0,03 p)>

Acomete mais de um terço da mama (0,03 p)

Manifestações sistêmicas (0,03 p)

Ausentes ou fracas (0,03 p)

Leucocitose com desvio a esquerda (0,03 p)

Não associa leucocitose (0,03 p)

Resposta a antibióticos (0,03 p)

Não responde a antibioticos 0,03 p

Não associa achatamento papilar (0,03 p)

Achatamento papilar (0,03 p)

http://www.misodor.com/HIGALIM.html


E.O.S. , sexo feminino , 3 meses , negra ,natural e procedente de Salvador - BA
QP: tosse e dispnéia há 2 dias
HMA : criança vinha bem quando há 2 dias passou a cursar com tosse seca e desconforto respiratório. Nega febre, vômitos, obstrução nasal ou coriza.. Refere diminuição da ingesta alimentar e irritabilidade neste período. Procurou assistência médica em Unidade de Saúde Leite materno exclusivo até 1 mês. Após esse período foi introduzido Leite Ninho + Cremogema. Recebeu as 2 doses de BCG e Hepatite B, além da 1ª dose de HIB, Polio e DPT. AM : nega alergias,cirurgia, internamentos,acidentes ou episódios de dispnéia anteriores.  Moradia própria com saneamento básico, onde residem 4 pessoas. Renda familiar de R$ 200,00. Em REG e N, afebril, ativa, descorada ++/IV, hidratada, acianótica, anictérica, taquidispnéica com TIC e TSD Peso: 5040 g (p 10-25) FR : 55 ipm FC : 125 bpm. MV rude, com sibilos expiratórios difusos bilaterais, estertores grosseiros, móveis , bilaterais AUSCULTA CV : BRNF em 2T sem sopros ABDÔMEN : plano, flácido, indolor. Fígado palpável a 3cm do RCD. Baço não palpável. RHA presentes. EXTREMIDADES :sem edemas, bem perfundidas.
HEMOGRAMA:
RBC : 4.030.000 Hb: 9,8 g/dL Hct: 27,6% VCM : 79,7 HCM : 28,3 CHCM : 35,5 RDW : 12% Leucograma : 3700 Bt- 2% Seg- 69% Eo - 1% Linf- 26% M-2% 

Pergunta-se:
1) Quais são as principais suspeitas diagnosticas? 0,15 p 2) Indiquem 5 fatores determinantes que contribuem para a deficiência de ferro na infância. 0,2 p 3) Indiquem a esquema terapeutica adequada conforme os diagnosticos feitos no caso apresentado. 0.15 p

1) Suspeitas diagnosticas:

a) Broncoespasmo sec bronquiolite 0,05 p
b) Broncopneumonia 0,05 p
c) Anemia ferropriva 0,05 p

2) Fatores determinantes que contribuem para a deficiência de ferro na infância:

a) Necessidade de ferro para o crescimento 0,04 p
b) Perda sanguínea gastrointestinal 0,04 p
c) Dieta pobre em ferro 0,04 p
d) Limitada capacidade de absorção do ferro da dieta 0,04 p
e) Alta prevalência de parasitose intestinal 0,04 p

3) Esquema de tratamento:

a) aumentar o aporte hídrico 0,05 p
b) hidrocortisona e nebulizações 0,05 p
c) Sulfato Ferroso na dose de 1,5 mg/kg/dia (3 gotas antes do almoço e jantar), além de Protovit 5 gotas 12/12h. 0,05 p