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URGÊNCIAS PEDIATRICAS

A causa mais comum de edema pulmonar cardiogênico agudo em crianças é:

A. taquicardia supraventricular
B. entubação inadequada
C. intoxicação com barbituricos
D. hipercarbia negligenciada
E. disfunção miocárdica do ventrículo esquerdo

A. taquicardia supraventricular
INCORRETO: veja a resposta da alternativa E
B. entubação inadequada
INCORRETO : veja a resposta da alternativa E
C. intoxicação com barbituricos
INCORRETO : veja a resposta da alternativa E
D. hipercarbia negligenciada
INCORRETO : veja a resposta da alternativa E
E. disfunção miocárdica do ventrículo esquerdo
CORRETO : A causa mais comum de edema pulmonar cardiogênico agudo em crianças é a disfunção miocardica do ventrículo esquerdo. Tal disfunção pode ser causada por:

  1. cardiopatia congênita
  2. miocardite
  3. cardiomiopatia
  4. processos inflamatórios
  5. hipoxia
  6. fármacos depressores do sistema cardiovascular
      • bloqueadores beta-adrenérgicos
      • antidepressivos tricíclicos
      • bloqueadores dos canais de cálcio

Gabarito: E

CARDIOPATIA ISQUÊMICA

1) Como podemos aumentar o rendimento diagnóstico do ECG? 0,1 p Sempre o rendimento é aumentado se um traçado puder ser registrado durante um episódio de dor torácica.

2) Qual caracteristica ECG podemos utilizar como evidencia objetiva de isquemia miocárdica transitória? 0,1 p A depressão transitória de pelo menos 1 mm do segmento ST que aparece durante a dor torácica e desaparece quando esta alivia

3) O que significa um ECG normal com dor toracica ? 0,1 p
Tal achado não exclui angina instável; entretanto, ele indica que uma área isquèmica, se presente, não e extensa ou suficientemente grave para induzir alterações eletrocardiograficas, e esse achado e um sinal prognostico favorável.

4) Muitas vezes vamos achar subdesnivel de ST. Isso significa o que? 0,1 p Quando a depressão do segmento ST e um padrão persistente dos ECG registrados com ou sem dor torácica, o achado representa um IM sem elevação do segmento ST.

5) Qual é o significado de onda T negativa, sem modificação do segmento ST? 0,1 p
Um padrão eletrocardiografico comum de pacientes com angina instável ou IM sem elevação do segmento ST é uma onda T persistentemente negativa, que, geralmente, indica a presença de uma estenose grave na artéria coronariana correspondente. Ondas T profundamente negativas são, por ocasião, observadas em todas as derivações precordiais, um padrão que sugere uma estenose proximal grave da artéria descendente anterior esquerda como a lesao responsável

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PRDL, 28 anos, primigesta, idade gestacional de 32 semanas e 1 dia, calculado pela data da última menstruação, compatível com ultra-sonografia realizado com 9 semanas. Procura a triagem do HUJM, queixando-se de perda de liquido amniótico via vaginal há 6 horas. Nega sangramentos ou contrações uterinas. Ao exame, visualizado saída de líquido amniótico pelo orifício externo do colo. Toque vaginal apresentando colo grosso, posterior e fechado. Batimentos cárdio fetal de 150 bpm e dinâmica uterina: ausente. Pergunta-se:
Como você conduziria este caso?

1. Internação e repouso absoluto no leito.
2. Ultrassonografia para quantificar líquido amniótico.
3. Cardiotocografia de 3/3 dias.
4. Dopplervelocimetria semanal.
5. Temperatura axilar de 4/4 horas.
6. Pesquisar aumento da sensibilidade uterina, secreções vaginais fétidas diariamente.
7. Auscultar BCF de 6/6 horas.
8. Leucograma e PCR de 3/3 dias.
9. Pesquisar maturidade fetal com 34 semanas.
10. Fazer corticóide na internação: betametazona, 12 mg de 24/24 horas (2 doses) IM.
11. NÃO FAZER: Toques vaginais. Antibióticos profiláticos. Tamponamento vaginal
12. Interromper a gestação na vigência de infecção ou vitalidade fetal comprometida ou maturidade presente (34 semanas).
13. Via de parto: Obstétrica.