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Conteudo programatico: EMERGÊNCIAS

4401. Uma criança de 6 meses, sexo masculina, está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por bronquiolite. Encontra-se intubada, em ventilação mecânica, recebendo dieta plena por sonda nasogástrica. A mãe, de repente pede para a auxiliar chamar o medico, pois a mesma encontra-se hipoativa. O plantonista faz uma avaliação rápida inicial e percebe que a criança não se move, não responde à estímulos, não apresenta movimentos respiratórios e não tem pulso braquial palpável.
Sobre esse caso é CORRETO afirmar:

A. a localização do pulso central em até 20 segundos no máximo
B. a obtenção de acesso central é imprescindível
C. o ritmo cardíaco deve ser monitorizado o mais rápido possível
D. a compressão torácica deve ser realizada apoiando-se a palma da mão (eminências tenar e hipotenar) na metade inferior do esterno, podendo ser utilizada uma ou duas mãos para a manobra
E. sendo intubada, é preferível administrar a medicação via endotraqueal

Conteudo programatico: EMERGÊNCIAS

4400. A sequência de intubação rápida é um procedimento que pode ser especialmente arriscado em algumas situações, como é o caso da via aérea difícil. No caso dum paciente devidamente avaliado para descartar condições associadas a via aérea difícil, adequadamente pré-oxigenado e com insucesso na segunda tentativa de intubação, é ERRADO::

A. reverter o bloqueio neuromuscular (sugamadex)
B. considerar o caso uma via aérea difícil
C. reverter a sedação (flumazenil e naloxone)
D. considerar o emprego de dispositivos infraglóticos
E. considerar a cricotireoidostomia como solução definitiva

Conteudo programatico: EMERGÊNCIAS

4399. GSS, 4 meses, deu entrada no pronto-socorro de pediatria com quadro de febre há 2 dias, tosse e cansaço. À entrada apresentava frequência respiratória de 60 irpm, com retrações subcostal, intercostal e de fúrcula esternal. Apresentava também sibilos difusos e estertores subcrepitantes. Foram realizadas duas sequências de três inalações com O2 em intervalos de 20 minutos, sem melhora do quadro, evoluindo para insuficiência respiratória aguda.
Neste momento a conduta deve constar em:

A. continuar a inalação por mascara não-reinalante com oxigênio e beta-mimetico
B. realizar sequência rápida de intubação (SRI) com atropina, cetamina, midazolam e rocurônio.
C. infundir beta-mimeticos via iv ou intraóssea
D. traquestomia com cânula número 4 com cuff
E. realizar broncoscopia

Conteudo programatico: EMERGÊNCIAS

4398. Quando intubar crianças com até 4 anos de idade precisamos saber que:

A. a lingua é proporcionalmente menor e afastada de palato
B. epiglote curta e rigida
C. a cânula traqueal pode comprimir a comissura anterior das cordas vocais
D. o laringe esta ao nível da quinta vertebral cervical
E. a compressão do laringe facilitará a passagem do tubo

Conteudo programatico: EMERGÊNCIAS

4397. O diagnóstico clínico de via aérea dificil deve ser feito quando há insucesso após:

A. duas tentativas de intubação traqueal
B. três tentativas de intubação traqueal,
C. quatro tentativas de intubação traqueal,
D. cinco tentativas de intubação traqueal,
E. seis tentativas de intubação traqueal,

Conteudo programatico: CASO CLINICO

4396. Um homem de 48 anos é submetido à gastrectomia subtotal, com reconstrução do trânsito a Bilroth II. Há aproximadamente 30 dias apresenta quadro de dor e desconforto em andar superior do abdômen com alívio dos sintomas após vômitos que têm por característica ser em jatos e sem alimentos. A causa mais comum do distúrbio pós-operatório apresentado pelo paciente é:

A. refluxo biliar excessivo
B. presença de antro residual
C. úlcera de boca anastomótica
D. confecção de alça aferente longa
E. síndrome de Zollinger-Ellison

Conteudo programatico: CASO CLINICO

4395. Uma paciente de 22 anos se encontra na 32ª semana de gestação. Há dois dias iniciou quadro de dor abdominal localizada na região superior do flanco direito, acompanhada de náuseas. O exame físico mostra útero compatível com 8° mês de gestação e dor à palpação e descompressão na região anterior do abdômen, no limite do flanco com hipocôndrio direito. A temperatura axilar é de 38,5 °C. O ultra-som revela apenas a presença de feto normal, compatível com a idade gestacional, sem outras alterações. O hemograma mostra leucocitose de 16.000/mm3 com 12% de bastões e ausência de eosinófilos. O diagnóstico mais provável é:

A. apendicite
B. colecistite
C. salpingite
D. pielonefrite
E. diverticulite

Conteudo programatico: DOENÇAS DAS VIAS BILIARES

4394. Uma mulher de 70 anos, diabética e em uso de insulina, apresenta nas últimas 48 horas quadro de distensão abdominal, parada de eliminação de gases e fezes e dor abdominal. O exame físico mostra paciente em mau estado geral, desidratada e oligúrica. A temperatura axilar é de 37,8°C, o pulso radial é de 120 bpm e a palpação do abdome é difusamente dolorosa com predomínio no hipocôndrio direito. A peristalse é débil. A radiografia simples de abdome mostra distensão universal de alças e presença de ar na parede da vesícula biliar. Na história pregressa, a paciente revela episódios de dor abdominal compatível com cólica biliar nos últimos 10 anos. Após hidratação adequada e início de antibioticoterapia, a melhor conduta operatória no caso deve envolver a realização de:

A. colecistectomia
B. colecistolitotomia
C. enterotomia no íleo terminal
D. enterotomia + colecistostomia
E. colecistectomia + hemicolectomia direita

Conteudo programatico: OCLUSÃO INTESTINAL

4393. Uma criança de 5 meses de idade apresenta, nas últimas 10 horas episódios sucessivos de dor abdominal em cólica e vômitos. O exame físico mostra paciente em regular estado geral, distensão abdominal e massa abdominal no quadrante superior direito sem sinais de irritação peritoneal. O toque retal mostra ausência de fezes no reto. A radiografia simples revela distensão de alças de delgado e ausência de ar nos cólons. A conduta correta envolve o seguinte procedimento:

A. colonoscopia
B. enema baritado
C. infusão de óleo mineral através de sonda nasogástrica
D. laparotomia exploradora
E. infusão de piperazina e óleo mineral através de sonda nasogástrica

Conteudo programatico: PÓS-OPERATÓRIO

4392. Paciente de 58 anos, após estadiamento clínico, foi submetido à resseção de adenocarcinoma de cólon localizado em ângulo esplênico. Durante o ato operatório, na liberação do ângulo esplênico, houve laceração da cápsula esplênica, complicação que acabou levando a esplenectomia tecnicamente difícil. Foi deixado um dreno tubular na loja esplênica que apresentou débito em torno de 150 mL/dia de secreção inicialmente sero-sanguinolenta que depois se apresentou clara e aquosa. No exame físico do terceiro dia de pós-operatório, o paciente apresenta abdômen flácido com peristalse diminuída; Tax.: 36,0ºC; PA 130/80 mmHg e FC = 90 bpm. O débito da fístula mantém-se em 120-150 mL/dia. A conduta diagnóstica adequada é:

A. cultura e antibiograma da secreção
B. administração de azul de metileno
C. dosagem de amilase na secreção
D. fistulografia
E. nova laparotomia

QUESTÕES DOS COLABORADORES

Conteudo programatico:  CANCER DE OVARIO

AUTOR:           GUILLERMO

5046: PACIENTE DE 52 ANOS FOI DIAGNOSTICADA DE CARCINOMA DE OVARIO SEROSO , INOPERAVEL PELA EXTENÇÃO ABDOMINAL MACIÇA. 
A CONDUTA MAIS ADEQÜADA É:  
                                            A) CUIDADOS PALIATIVOS
                                            B) RADIOTERAPIA ABDOMINAL
                                            C) QUIMIOTERAPIA
                                            D) PROGESTÁGENOS
                                            E) ANTIESTRÓGENOS 

Conteudo programatico:  HANSENIASE

AUTOR:           DANIEL

5044:

Paciente do sexo masculino, 43 anos, apresenta quadro de infiltrações nas orelhas externas, madarose, ressecamento da pele e dos membros, dor articular, espessamento no nervo ulnar  e astenia. Mitsuda negativo. A classificação e a forma de tratamento desse hanseníase estão corretamente associadas na seguinte opção de resposta:

a) poliquimioterapia multibacilar ------- forma virchowiana.
b) poliquimioterapia paucibacilar ------- forma dimorfa.
c) poliquimioterapia paucibacilar ------- forma virchowiana.
d) poliquimioterapia multibacilar ------- forma dimorfa.
e) poliquimioterapia multibacilar ------- forma tuberculoide.

Conteudo programatico:  HANSENIASE

AUTOR:           DANIEL

5043:

Paciente do sexo masculino apresenta lesões de pele sugestivas de hanseníase multibacilar (MB). Em nenhum dos comunicantes intradomiciliares foi diagnosticada hanseníase. A alternativa que melhor corresponde à medida profilática adequada para os comunicantes é:

a) observação dos comunicantes, sem nenhuma medida adicional.
b) quimioprofilaxia com rifampicina por dois dias.
c) quimioprofilaxia com dapsona por 6 meses.
d) vacinação com BCG para os comunicantes menores de 5 anos.
e) vacinação com BCG para todos os comunicantes.

Conteudo programatico:  HANSENIASE

AUTOR:           DANIEL

5042:

Você recebe em seu consultório uma mulher de 30 anos, residente em Fortaleza-CE, no 4° mês de tratamento de Hanseníase Virchowiana, que desenvolveu nódulos eritematosos, dolorosos no tronco, face e membros superiores há 3 dias. A melhor conduta é:

a) suspender o tratamento, pois trata-se de reação alérgica à clofazimina.
b) suspender apenas a dapsona e iniciar terapia com anti-histamínicos.
c) suspender o tratamento e inicar terapia com talidomida, de 100 a 400 mg/dia, até a resolução do quadro e, então, reiniciar o tratamento específico.
d) manter o tratamento e iniciar predinosa, de 1 a 2 mg/kg/dia.
e) manter o tramento e iniciar terapia com talidomida nas doses recomendadas.

Conteudo programatico:  HANSENIASE

AUTOR:           DANIEL

5041:

Considere o seguinte quadro:
Paciente, apresenta lesões eritemato-infiltradas, anestésicas, duas em face e três no tronco. O teste de Mitsuda foi positivo 28 dias após a injeção intradérmica. Clinicamente, considerou-se o diagnóstico de Hanseníase.
Em relação a esse caso, assinale a alternativa INCORRETA:

a) A forma tuberculóide apresenta placas bem delimitadas com raros bacilos.
b) As formas boderline/dimorfa apresentam distribuição assimétrica das lesões cutâneas e dos nervos envolvidos.
c) A forma virchowiana/lepromatosa acomete difusamente a pele, tendo se infiltrado com histiócitos espumosos ricos em bacilos.
d) Pacientes paucibacilares são geralmente Mitsuda positivos.
e) Eritema Nodoso Hansênico é uma reação comum aos paciente de hanseníase quando iniciam o tratamento, independente da sua forma clínica. 

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5040: O uso profilático de AZT injetável no pré-parto, segundo ACTG 076, reduz a transmissão vertical em:

a) 10%
b) 17%
c) 25%
d) 67%
e) 85%

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5039: Em relação à transmissão vertical do HIV, é correto afirmar:

a) A cesariana eletiva reduz pela metade a transmissão vertical do HIV, quando comparada com a cesariana realizada depois do inicio do trabalho de parto.
b) O aleitamento materno não é contra-indicado se a contagem de linfócitos T-CD4 for maior que 500 células/mm3.
c) Com carga viral abaixo de 10.000 cópias/ml, a via de parto será indicada por critérios obstétricos.
d) O uso de zidovudina intravenosa deve ser iniciado uma hora antes do parto.
e) A episiotomia não tem relação com o risco de transmissão vertical do HIV.

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5038: Gestante, 26 anos de idade, G2P0A1, 34 semanas de idade gestacional, foi encaminhada da Unidade Básica de Saúde com diagnóstico comprovado de infecção com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), assintomática.
Sobre a utilização de anti-retrovirais para esta paciente, qual a alternativa CORRETA:

a) aguardar o resultado da carga viral para definir qual esquema anti-retroviral será utilizado.
b) Iniciar com inibidores da transcriptase reversa (zidovudina + lamivudina) e inibidor de protease (nelfinavir).
c) Iniciar com inibidores da transcriptase reversa ( zidovudina + efavirenz) e inibidor de protease (nelfinavir).
d) Iniciar com zidovudina e aguardar o resultado da carga viral para ajuste da dose.
e) Nenhum anti-retroviral, pois devemos interromper imediatamente a gravidez para diminuir o risco de transmissão vertical do HIV.

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5037: Gestante no curso da 10a semana apresenta quadro clínico de AIDS com tuberculose pulmonar. A contagem de linfócitos T-CD4 é de 400 células/ml e se pretende usar a rifampicina para o tratamento da tuberculose. A melhor opção para o tratamento da AIDS, neste caso, é:

a) Monoterapia de imediato com zidovudina (AZT).
b) Terapia dupla (zidovudina + lamivudina).
c) Terapia tripla (zidovudina + lamivudina + nelfinavir).
d) Terapia tripla (zidovudina + lamivudina + abacavir).
e) Terapia tripla (zidovudina + lamivudina + hidroxiuréia).

Conteudo programatico:  A. I. D. S.

AUTOR:           DANIEL

5036: Em relação ao manejo de paciente gestante HIV positivo, são recomendações do Ministério da Saúde, EXCETO:

a) O uso de profilaxia com anti-retrovirais deve ser iniciado a partir da 14a semana de gestação e continuar durante o trabalho de parto e parto até o clampeamento do cordão.
b) Em relação aos critérios de escolha da via de parto, recomenda-se o parto por operação cesariana eletiva se a paciente apresentar carga viral inferior a 1.000 cópias/ml ou indetectável ou estiver com idade gestacional maior ou igual a 34 semanas.
c) No parto vaginal, a episiotomia deve ser evitada sempre que possível e deve-se manter a bolsa íntegra até o período expulsivo.
d) Não há necessidade de se isolar a mulher HIV positivo.
e) Realizar o clampeamento do cordão imediatamente após a saída do recém-nascido.

 

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